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Uma advogada residente em São Paulo, identificada como Daniele Pereira Brandão Xavier, enfrentou um trâmite incomum ao registrar sua filha. A escolha do nome “Amayomi” demandou uma autorização especial do cartório, uma vez que, segundo informações, este seria o primeiro registro com essa denominação em território brasileiro. O procedimento se tornou necessário porque o oficial de registro civil, conforme a legislação vigente, deve avaliar se o prenome escolhido não expõe a criança a situações vexatórias ou é de difícil pronúncia.
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