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Uma investigação do Wall Street Journal, baseada em relatórios da FAA e da NASA, apontou que vapores tóxicos podem ter contaminado cabines de aviões e provocado sintomas em passageiros e tripulações. Um dos casos envolveu a comissária Florence Chesson, que relatou cheiro estranho durante o voo e, após o pouso, precisou de atendimento médico. Desde 2010, milhares de episódios semelhantes foram registrados, com aumento nos últimos anos, sobretudo em aeronaves da família Airbus A320.
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