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A morte da criança de 7 anos enforcada pela madrasta em sexta-feira (21) deixou a família devastada e expôs um histórico de alertas ignorados. A mãe, Fabiana Marinho, contou que havia falado com a filha pela última vez na véspera do crime, quando a menina demonstrou mais uma vez o desejo de voltar para sua casa. Fabiana relata que não conseguiu buscá-la antes da tragédia, apesar das súplicas que vinha recebendo.
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