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A defesa da médica Juliana Brasil sustenta que a prescrição de adrenalina intravenosa registrada no prontuário do menino Benício Xavier, de 6 anos, foi resultado de uma falha no sistema do Hospital Santa Júlia, e não um erro direto da profissional. A argumentação foi apresentada após a morte da criança, ocorrida na madrugada de sábado (23), e reacende o debate sobre segurança digital em unidades de saúde.
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