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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), invalidou a ordem do Conselho Federal de Medicina (CFM) que determinava a abertura de uma sindicância para apurar denúncias sobre o atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além de tornar a iniciativa sem efeito, Moraes determinou que a Polícia Federal (PF) colha o depoimento do presidente do CFM no prazo máximo de dez dias, ampliando o alcance da investigação.
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