Volta a repercutir o caso de homem que tirou a vida de 12 pessoas após perder a guarda do filho

Doze pessoas foram mortas durante festa de réveillon e caso volta a repercutir nas redes sociais.

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Um dos crimes mais chocantes da história recente do Brasil, ocorrido na virada do ano de 2017, voltou a ganhar grande repercussão nas redes sociais nos últimos dias. Trata-se da chacina de Campinas (SP), que deixou 12 pessoas mortas durante uma confraternização familiar entre a noite de 31 de dezembro e a madrugada de 1º de janeiro.

A tragédia, que ainda causa comoção, voltou a ser compartilhada como alerta sobre violência doméstica, feminicídio e a importância de políticas de prevenção. Segundo registros oficiais, o autor do ataque foi Sidnei Ramis de Araujo, técnico em laboratório da área de ciência e tecnologia, de 46 anos.

Tragédia terminou com a morte de 12 pessoas

Sidnei invadiu a residência onde ocorria a festa pulando o muro e efetuou diversos disparos contra os presentes. Onze vítimas morreram no local e uma faleceu posteriormente no Hospital de Clínicas da Unicamp. Outras três pessoas ficaram feridas e precisaram ser hospitalizadas.

Entre os mortos estavam a ex-mulher do atirador, o filho de apenas 8 anos e vários familiares que participavam da celebração. Após cometer os assassinatos, o agressor tirou a própria vida, encerrando o ataque que marcou profundamente a cidade e o país.

Mortes em noite de réveillon

Testemunhas relataram que, no início, pensaram se tratar de fogos de artifício típicos da virada do ano, mas rapidamente perceberam a gravidade da situação ao verem pessoas caídas no chão. Uma delas conseguiu se trancar em um banheiro para pedir socorro. Outra acreditou que fosse um assalto quando um ferido entrou em sua casa baleado na perna.

De acordo com a Polícia Militar, o criminoso estava em processo de separação e apresentava comportamento instável, evidenciando como conflitos familiares podem evoluir para tragédias quando não recebem acompanhamento adequado.