Disputando herança com Suzane Richthofen, prima rompe o silêncio após morte suspeita na família: ‘Ela…’

Em contato com a coluna de Ullisses Campbell, no O Globo, Silvia Magnani se manifestou sobre o ocorrido.

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A morte do médico Miguel Abdala Netto, tio de Suzane Richthofen, reacendeu antigas feridas familiares e abriu uma disputa judicial milionária. Encontrado sem vida dentro de casa, em São Paulo, o caso é tratado oficialmente como morte suspeita pela Polícia Civil, enquanto laudos periciais seguem em análise.

Em meio ao cenário delicado, uma prima do médico decidiu romper o silêncio e fez duras declarações envolvendo Suzane, condenada pelo assassinato dos próprios pais. Silvia Magnani, prima de primeiro grau de Miguel, com quem teve um relacionamento por cerca de 14 anos, afirmou que o relacionamento entre o médico e Suzane era marcado por mágoas profundas. Segundo ela, Miguel costumava manifestar revolta ao falar da sobrinha.

Prima se manifesta sobre Suzane Richthofen

“Ele falava horrores da Suzane”, declarou Silvia. “Ela matou a irmã dele e deixou o sobrinho destruído emocionalmente”, completou, ao justificar a mágoa de Miguel em relação à sobrinha, ao se referir ao impacto do crime cometido em 2002 na família.

A disputa pela herança envolve um patrimônio estimado em cerca de R$ 5 milhões e começou antes mesmo do sepultamento. Silvia conseguiu liberar o corpo no IML e realizou um enterro simples e solitário em Pirassununga, contrariando, segundo ela, a vontade de Miguel, que desejava ser sepultado ao lado da mãe e dos avós. “Só estava eu no cemitério”, relatou, ao descrever a despedida.

Mais sobre a disputa judicial pela herança

No campo jurídico, o cenário ainda é incerto. Caso não exista testamento, Suzane e o irmão, Andreas von Richthofen, surgem como herdeiros diretos, já que Miguel não deixou filhos, pais ou irmãos vivos. Silvia tentou localizar Andreas, sem sucesso, e a disputa deve se concentrar agora entre ela e Suzane. Paralelamente, Suzane já ingressou na Justiça pedindo a tutela do cadáver para tentar assumir a posição de inventariante, enquanto a polícia aguarda os exames que devem esclarecer a real causa da morte do médico. Mesmo diante das críticas, Silvia ponderou que aceitará a decisão judicial sobre a herança.