Trump revela que uma grande nação entrará em colapso econômico: ‘vai falir muito em breve’

Presidente dos Estados Unidos explicou às razões que o levaram a crer na falência econômica de grande nação.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (27), durante uma viagem ao estado de Iowa, que Cuba enfrenta um cenário de fragilidade extrema e pode entrar em colapso em um futuro próximo. Segundo ele, a situação econômica da ilha se agravou de forma significativa após a redução do apoio energético vindo da Venezuela, fator que teria deixado o país caribenho ainda mais exposto a uma crise profunda. “Cuba vai falir muito em breve”, disse Trump.

Na avaliação de Trump, a dependência histórica de Cuba em relação ao petróleo venezuelano tornou o impacto da interrupção desse fluxo especialmente severo. O presidente norte-americano indicou que a combinação entre dificuldades econômicas internas e a perda de aliados estratégicos colocou o regime cubano em uma posição crítica, próxima de uma falência estrutural.

Venezuela entra no discurso e reforça estratégia regional

Ao comentar o cenário regional, Trump destacou que os Estados Unidos mantiveram uma atuação intensa na Venezuela nas semanas seguintes à captura do presidente Nicolás Maduro. Ele sinalizou que Washington estabeleceu canais sólidos de diálogo com lideranças venezuelanas e que o relacionamento entre os países passa por um momento positivo, com expectativas de reorganização política e econômica.

O presidente também demonstrou otimismo em relação ao futuro da Venezuela sob essa nova dinâmica. Segundo ele, o país sul-americano teria condições de alcançar um desempenho econômico superior ao de qualquer outro momento de sua história recente, beneficiando tanto os venezuelanos quanto os interesses econômicos dos Estados Unidos.

Pressão sobre Cuba e impacto internacional

As declarações reforçam uma postura dura da Casa Branca em relação a governos considerados adversários ideológicos na América Latina. A avaliação de que Cuba caminha para um colapso iminente sinaliza a continuidade da estratégia americana de pressão econômica e política sobre Havana, especialmente ao enfraquecer seus principais aliados regionais.