Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, desapareceu em 19 de janeiro de 2026. Desde então, familiares e amigos iniciaram uma busca intensa, acompanhada pelas autoridades. O desaparecimento da jovem foi tratado desde o início como suspeito, levantando hipóteses de intervenção de terceiros.
Após quase duas semanas de buscas, o corpo da jovem foi localizado na Lagoa de Óbidos, em 31 de janeiro de 2026. A descoberta confirmou o pior desfecho e trouxe grande comoção nacional. A Polícia Judiciária deteve um homem na Lourinhã, que confessou o homicídio e descreveu como atraiu a vítima para sua residência antes de cometer o crime.
Família abalada pela morte
A família de Delfina Cruz enfrenta um momento de profunda dor desde o desaparecimento em 19 de janeiro. As manifestações de solidariedade se multiplicaram nas redes sociais, onde conhecidos compartilharam lembranças e mensagens de força.
Entre os relatos, alguns destacaram a dificuldade em aceitar a perda repentina. Uma das mensagens dizia que “ninguém estava preparado para esta partida”, reforçando o impacto da notícia e a comoção que se espalhou entre os mais próximos.

Amigos reagem ao assassinato
Os amigos de Maria Custódia Amaral também se pronunciaram após a confirmação da morte em 31 de janeiro. Muitos lembraram momentos vividos ao lado dela e ressaltaram sua presença marcante no convívio social. As recordações foram descritas como memórias que permanecerão vivas, mesmo diante da ausência. A investigação segue em andamento, enquanto familiares e amigos se unem para enfrentar este período de luto e despedida.
