Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz, desapareceu em 19 de janeiro de 2026, após ter sido vista na Lourinhã. O caso mobilizou familiares, amigos e autoridades durante quase duas semanas de buscas intensas, com grande repercussão nacional.
O corpo foi localizado em 31 de janeiro de 2026, enterrado na areia da Lagoa de Óbidos. A descoberta ocorreu depois de o principal suspeito, um homem de 35 anos, confessar o homicídio e indicar às autoridades o local onde ocultou o cadáver, encerrando dias de incerteza e angústia.
Confissão do suspeito
De acordo com a Polícia Judiciária, o suspeito admitiu o crime durante os interrogatórios e revelou como levou o corpo até à Lagoa de Óbidos. A confissão foi considerada decisiva para esclarecer o percurso da vítima e permitir a localização do cadáver, confirmando as suspeitas levantadas pela investigação.
O homem, natural do Bombarral, encontra-se detido e aguarda os próximos passos do processo judicial. Segundo as fontes, elementos recolhidos durante a investigação, incluindo dados digitais, reforçam a versão apresentada pelo suspeito e sustentam o trabalho das autoridades.
Repercussão da confissão
A revelação ampliou a comoção em torno da morte de Maria Custódia Amaral e trouxe clareza ao caso. Familiares e amigos, já abalados pelo desaparecimento, receberam com pesar os detalhes sobre como o crime foi cometido. A investigação segue em andamento, enquanto a Justiça portuguesa avalia as circunstâncias do homicídio e define a responsabilização do acusado, mantendo o acompanhamento próximo da sociedade e da imprensa.
