Mãe é presa após médico descobrir horror absurdo contra bebê de 10 meses: ‘600 perfurações’

Caso se tornou público após prisão da mãe, denunciada pelo médico que precisou operar o bebê.

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Em 16 de dezembro, um bebê de apenas 10 meses foi admitido no Hospital Popular de Mojiang, localizado na China, apresentando um quadro de febre elevada e episódios convulsivos. A equipe médica iniciou os protocolos de atendimento de emergência para estabilizar a criança, mas exames físicos mais detalhados revelaram uma situação clínica que ia além dos sintomas iniciais. O corpo do menino estava coberto por pequenas lesões espalhadas da cabeça aos pés, o que levantou suspeitas imediatas sobre a origem dos ferimentos e motivou uma apuração mais aprofundada por parte dos profissionais de saúde e das autoridades locais sobre o histórico do paciente.

As investigações subsequentes indicaram que a criança havia sido alvo de agressões sistemáticas. Foi constatado que o bebê sofreu cerca de 600 perfurações causadas por agulhas ao longo de um período de tempo desconhecido. A mãe da criança foi identificada como a responsável pelos atos, alegando que as agressões serviam como uma “punição por mau comportamento”. Além das lesões superficiais, exames de imagem, especificamente um raio-X, detectaram que um fragmento de agulha havia se quebrado e permanecido alojado na coluna cervical do paciente, sendo este o fator desencadeante do quadro clínico grave que o levou ao pronto-socorro.

Intervenção médica foi complexa e delicada

Diante da gravidade do caso e da localização delicada do objeto estranho, a equipe médica optou por uma intervenção cirúrgica para a remoção do fragmento metálico. O procedimento foi classificado como arriscado, dada a proximidade com estruturas vitais na região cervical, mas foi concluído de maneira satisfatória pelos cirurgiões. Após a operação, o estado de saúde do menino apresentou evolução positiva, estabilizando-se três dias após a retirada da agulha, o que permitiu o início do processo de recuperação física das múltiplas lesões sofridas durante o período de violência doméstica.

A alta hospitalar ocorreu em 9 de janeiro, momento em que a criança pôde deixar a unidade de saúde para continuar o tratamento externamente. Atualmente, o menino encontra-se sob os cuidados do pai e frequenta um centro médico local para realizar sessões de reabilitação. O acompanhamento é essencial para monitorar possíveis sequelas decorrentes tanto das centenas de perfurações quanto da cirurgia na coluna, garantindo que o desenvolvimento motor e físico do bebê não seja comprometido permanentemente pelas agressões sofridas anteriormente.

Mãe sofre consequências por ato monstruoso

Em resposta ao episódio, a mãe da criança foi detida pelas forças de segurança. Paralelamente às medidas punitivas, as autoridades de Mojiang mobilizaram recursos para assegurar o bem-estar da vítima. Funcionários e profissionais da área de saúde foram designados para fornecer suporte integral, incluindo reabilitação, nutrição adequada e acompanhamento contínuo para a recuperação do bebê. O caso segue sob supervisão para garantir a proteção da criança e a responsabilização legal pelos atos cometidos contra o menor.