Acusado e condenado de ser o mandante do crime contra a modelo Eliza Samudio, o goleiro Bruno disse não saber o destino dos restos mortais da vítima, que até hoje, passados 16 anos do assassinato, nunca foram encontrados.
Em entrevista ao GeralPod, o ex-jogador do Flamengo disse ter ‘comprado o BO’ de outras pessoas no processo, pontuando que não teve ligação com a ocultação do cadáver. Bruno foi condenado a mais de 23 anos pelo crime que chocou o país e mudou drasticamente a sua carreira dentro dos gramados.
“Se eu tivesse a noção de alguma coisa neste sentido, já teria entregado para Dona Sônia (mãe de Eliza) há muito tempo. Eu não sei o que aconteceu. Eu não sei nem o que foi feito. Eu simplesmente segurei o B.O, e fui obrigado a segurar”, disse Bruno.
Madrinha faz revelação
Em posicionamento dado recentemente, a madrinha de Bruninho revelou que o adolescente tinha em mente reencontrar o pai para lhe fazer uma proposta: abrir mão da parte financeira de pensão pendente para obter informações acerca do paradeiro dos vestígios mortais da sua mãe, Eliza Samudio. Os dois, no entanto, não chegaram a ficar frente a frente, com o declínio de Bruno.
Justiça bloqueia liberdade
Nesta semana, após o goleiro Bruno aparecer no Maracanã para acompanhar um jogo do Flamengo, pelo Brasileirão, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou o prazo de 5 dias para que ele compareça no Conselho Penitenciário para regularizar o benefício de liberdade condicional. Se ele não cumprir a medida, ele pode ser alvo de um mandado de prisão.
Em janeiro de 2023, a Justiça tinha concedido o benefício de livramento de condicional, mas Bruno não compareceu para assinar o Termo de Cerimônia, algo que deve ser cumprido por ele três anos depois.
