O goleiro Bruno esteve próximo de ter o primeiro encontro frente a frente com o filho Bruno Samudio, mas acabou desistindo da ação de última hora, alegando que estaria correndo riscos de sofrer uma armação por parte da mãe de Eliza Samudio. Ele, entretanto, segue disposto a fazer esta aproximação acontecer.
Em entrevista ao podcast GeralPod, ele revelou que tem acompanhado os passos do adolescente e todo o seu desenvolvimento, e disse ter um feedback positivo acerca do filho. No papo, Bruno disse ter pessoas nos bastidores do Botafogo, clube onde Bruninho Samudio joga na base, e só tem recebido boas informações.
“O Bruninho veio à público e deu uma entrevista, descascou e com razão. Relevo, é um garoto, tem um futuro promissor, tem um coração bom. Eu já tenho essa informação. Dentro do lugar que ele mora, eu tenho amigos lá, e eles me passam toda a situação. É um menino bom, de coração bom, é um menino de caráter”, pontuou o goleiro.
Ódio plantado?
Ainda na entrevista, Bruno afirmou que o filho nunca o chamou de pai, mas o respeita por isso. Ele, no entanto, disse que o fato do adolescente ter escolhido a posição de goleiro para jogar profissionalmente traz um apontamento que não existisse um ódio do garoto para com o pai, como é retratado na imprensa e principalmente nas redes sociais.
“Talentoso, isso é indiscutível. Toda essa dor que cerca, ele colocou na profissão, então o mérito é dele. Se ele odiasse o pai o quanto as pessoas imaginam isso, eu acho que jamais ele seria goleiro. Ele não me chamou de pai, e vou te falar, tem todo o direito de não chamar, até porque ele não escutou minha história ainda. Espero que um dia eu tenha essa oportunidade de falar com ele. Não sei como ele vai reagir quando estiver comigo, mas o que eu quero falar é só pra ele e acabou”, avaliou o ex-goleiro do Flamengo.
Liberdade sob risco
Após surgir no Maracanã para acompanhar jogo do Flamengo na última quarta, Bruno se tornou alvo da Justiça, e terá que comparecer no Conselho Penitenciário para regularizar o livramento condicional. A determinação saiu na sexta (6), dando cinco dias para que o goleiro se apresente no sistema penitenciário para regularizar sua situação. Em caso de não cumprimento, ele corre risco de ser conduzido para o regime fechado.
