Familiares de adolescente morto por piloto precisam ser amparados em velório

Cerimônia de despedida de Rodrigo Castanheira foi marcado por forte comoção.

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A despedida do adolescente Rodrigo Castanheira, de 16 anos, foi marcada por forte comoção e pela necessidade de amparo constante aos familiares durante o velório realizado neste domingo (8). Amigos e parentes se reuniram na Igreja Batista Capital, no Trecho 2 do Setor de Clubes Sul, em Brasília, para prestar as últimas homenagens ao jovem, cuja morte gerou grande repercussão no Distrito Federal.

Rodrigo faleceu no sábado (7), após permanecer 16 dias internado em estado gravíssimo. Ele não resistiu às complicações causadas por agressões sofridas durante uma briga em Vicente Pires. O clima durante a cerimônia foi de profunda dor, com familiares visivelmente abalados e sendo constantemente consolados por pessoas próximas.

Velório de adolescente morto por piloto

Após o velório, o corpo do adolescente foi conduzido em cortejo pelo Corpo de Bombeiros até o Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, onde ocorreu o sepultamento. O momento reuniu dezenas de pessoas e evidenciou o impacto da perda de um jovem que teve a vida interrompida de forma violenta.

O agressor, Pedro Turra, de 19 anos, encontra-se preso preventivamente no Centro de Detenção Provisória da Papuda. Ele havia sido liberado inicialmente após pagar fiança, mas a Justiça decretou a prisão preventiva dias depois. Atualmente, ele permanece em cela individual após relatar ameaças dentro da unidade.

Caso gera repercussão em todo o Brasil

O advogado da família, Albert Halex, manifestou-se publicamente afirmando que a morte de Rodrigo é inaceitável e representa um caso de extrema crueldade. Segundo ele, o episódio expõe uma violência motivada por sensação de poder e impunidade, reforçando a necessidade de justiça e responsabilização rigorosa dos envolvidos.