Cadela Rapunzel é agredida dentro de apartamento, não resiste e morre após ser atendida por veterinário

A Polícia Civil está investigando a morte do animal no município de Maracanaú.

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Uma cadela chamada Rapunzel morreu na tarde da última quarta-feira (18), após ser agredida dentro de um apartamento em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. O crime ocorreu no bairro Distrito Industrial I enquanto a tutora, a enfermeira Alyda Thalyta, estava em um plantão de trabalho.

A tutora relatou que o imóvel foi invadido entre a noite de segunda-feira e a manhã de terça-feira, período em que o animal ficou sozinho. Segundo o depoimento de Thalyta ao portal g1, a porta da residência estava apenas encostada para facilitar o acesso de familiares que alimentariam a cadela.

O namorado da enfermeira encontrou o animal ferido embaixo de uma cadeira na manhã de terça-feira, logo após um alerta de angústia da tutora. O interior do apartamento apresentava diversas manchas de sangue espalhadas pela sala e pela cozinha, atingindo inclusive o mobiliário.

Investigação sobre a invasão do imóvel

O animal foi socorrido e encaminhado imediatamente para um hospital veterinário para receber os cuidados necessários após a agressão. Apesar do atendimento médico, a cadela de três anos não resistiu aos ferimentos graves e teve o óbito confirmado na quarta-feira.

O médico veterinário que atendeu a ocorrência indicou que o animal apresentava sinais nítidos de violência sexual durante o exame clínico. Conforme informações do g1, Rapunzel havia sido adotada por Alyda Thalyta em um abrigo de proteção animal quando ainda era filhote.

Procedimentos da Polícia Civil de Maracanaú

A tutora registrou um boletim de ocorrência e a Polícia Civil enviou peritos ao local para realizar o levantamento de evidências. Foram encontradas diversas impressões digitais no apartamento, o que levanta a suspeita de envolvimento de mais de uma pessoa.

Imagens de câmeras de segurança do condomínio e depoimentos de vizinhos estão sendo analisados para identificar os responsáveis pelo ato criminoso. A Secretaria da Segurança Pública informou ao g1 que o caso é investigado como crime ambiental pela 2ª Delegacia de Polícia Civil de Maracanaú.