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O laudo pericial realizado após a exumação do corpo do cão comunitário Orelha, ocorrida em 11 de fevereiro, não conseguiu determinar a causa da morte do animal, agredido na Praia Brava, em Florianópolis, no início de janeiro. O documento, elaborado pela Polícia Científica de Santa Catarina, descartou fraturas ósseas, mas destacou limitações técnicas decorrentes do estado de esqueletização.
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