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A Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira (10) que a morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, passe a ser investigada como feminicídio. A decisão foi tomada após a análise de novos elementos reunidos no inquérito policial, incluindo laudos periciais que indicaram sinais de agressão antes do disparo que matou a vítima. O caso ocorreu na manhã de terça-feira (18), no apartamento onde a policial morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, no bairro do Brás, região central da capital.
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