Um menino de um ano e cinco meses protagonizou um resgate atípico em Praia Grande, no litoral de São Paulo, após ficar com uma forma de bolo presa ao redor da cabeça. O incidente ocorreu na residência da família na última segunda-feira (16) e exigiu a mobilização de uma equipe do Corpo de Bombeiros para a remoção segura do utensílio. A criança brincava com o objeto quando o aro deslizou para o pescoço, impossibilitando a retirada manual pelos adultos que estavam no local.
Antes da chegada da equipe especializada, os familiares tentaram solucionar o problema por conta própria. De acordo com relatos fornecidos à imprensa, a mãe da criança, Mariana dos Santos Reis, de 33 anos, explicou que o menino estava sob os cuidados da madrinha no momento do ocorrido. A responsável tentou remover o item de alumínio por cerca de 15 minutos, mas não obteve êxito nas manobras, o que motivou o acionamento dos serviços de emergência para evitar ferimentos.
Detalhes da operação de resgate em Praia Grande
Ao chegarem ao imóvel, os agentes avaliaram a situação e optaram pelo corte do material para liberar o bebê. Imagens registradas durante a ocorrência mostram os profissionais utilizando um alicate de corte para romper o aro metálico com precisão. Todo o procedimento realizado pela corporação durou menos de cinco minutos. Apesar da complexidade de manusear ferramentas próximas ao rosto da criança, o menino foi libertado sem sofrer qualquer tipo de lesão física durante o processo.
A corporação emitiu uma nota oficial explicando que a equipe executou o corte do aro com cautela para garantir a integridade do menor. A ação bem-sucedida contou com a participação do subtenente Juarez, do cabo Biano, da soldado Amanda e do soldado W. Júnior. O 6º Grupamento de Bombeiros destacou que os militares “conduziram a situação com técnica e sensibilidade”, mantendo a calma necessária para que o desfecho fosse positivo e rápido.
Orientação sobre acidentes domésticos e emergência
Autoridades reforçam que incidentes envolvendo objetos domésticos e crianças são atendidos com certa frequência pelas equipes de socorro. O Corpo de Bombeiros alerta para a importância de acionar ajuda profissional imediatamente quando tentativas simples de remoção falharem ou apresentarem risco à vítima. Em situações de emergência similares, a recomendação é que a população entre em contato direto com os agentes por meio do telefone 193.
