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A Polícia Civil de São Paulo apura a morte da estudante de medicina Carolina Andrade Zar, de 22 anos, ocorrida em maio de 2025, em Marília. O caso, inicialmente tratado como ato voluntário, passou a incluir suspeitas de indução e possível aborto provocado com participação do então namorado. Antes de morrer por intoxicação por arsênio, conforme o IML, a jovem deixou um dossiê com cerca de 60 páginas e um áudio de 17 minutos detalhando o relacionamento.
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