Um avião militar da Colômbia caiu na manhã desta segunda-feira (23), gerando grande comoção no país. A aeronave transportava mais de 120 pessoas, entre militares e tripulantes, e caiu pouco depois de decolar da cidade de Puerto Leguízamo. As autoridades ainda trabalham para confirmar o número oficial de vítimas, enquanto equipes de resgate atuam intensamente no local do acidente.
De acordo com informações preliminares divulgadas pelo governo colombiano, havia 125 pessoas a bordo, sendo 114 passageiros e 11 integrantes da tripulação. Parte dos ocupantes foi resgatada com vida, mas o estado de saúde dos sobreviventes não foi detalhado até o momento. O cenário ainda é considerado crítico, com buscas sendo realizadas em meio a dificuldades logísticas na região.
Ministro da Defesa se manifesta
O ministro da Defesa da Colômbia lamentou o ocorrido e destacou a gravidade da situação. “Com profunda dor, informo que um avião Hércules da nossa Força Aérea sofreu um trágico acidente enquanto decolava de Puerto Leguízamo, quando transportava tropas da nossa Força Pública”, afirmou. A declaração reforça o impacto do episódio para o país e para as famílias das vítimas.
Agora: aeronave da Força Aérea da Colômbia perde altitude momentos antes da queda, com cerca de 100 pessoas a bordo. Ainda não se sabe quantos sobreviveram. pic.twitter.com/vtdlsQlyeW
— No Front Militar (@noFrontMilitar)
Avião teria enfrentado problema logo após a decolagem
As primeiras análises indicam que a aeronave apresentou problemas logo após a decolagem, perdendo estabilidade e caindo a poucos quilômetros do aeroporto. Testemunhas relataram que o avião voava em baixa altitude antes da queda, o que pode ajudar a esclarecer as circunstâncias do acidente. Ainda assim, as causas exatas seguem desconhecidas.
O modelo envolvido é o Hércules C-130, amplamente utilizado em operações militares e transporte de tropas. O governo colombiano já abriu investigação para apurar o que levou à queda, enquanto o presidente Gustavo Petro classificou o episódio como trágico e afirmou esperar que o número de vítimas fatais seja o menor possível.
