O setor da construção civil global enfrenta um paradoxo crônico: embora seja um dos maiores motores do Produto Interno Bruto (PIB), é também uma das indústrias com os menores índices de ganho de produtividade das últimas décadas. Atrasos endêmicos, estouros de orçamento e desperdício de materiais são frequentemente aceitos como “riscos naturais” do negócio. A ruptura desse ciclo de ineficiência exige um perfil profissional raro no mercado: o executivo que domina, com a mesma profundidade, a matemática financeira dos balanços e o cálculo estrutural das fundações.
Como Felipe Estrella Soster fundiu gestão corporativa e engenharia civil para erradicar os gargalos da construção
Com um MBA pela FGV e mais de uma década no comando de construtoras, o executivo brasileiro prova que o sucesso de uma grande obra não depende apenas de concreto, mas de governança financeira. Agora, ele exporta sua metodologia para os Estados Unidos.

Felipe Estrella
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