Chega informação importante neste sábado (11) envolvendo Jair Bolsonaro e Alexandre de Moraes

Cardiologista Brasil Caiado foi o responsável pela avaliação médica envolvendo ex-presidente da república.

PUBLICIDADE

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou evolução no quadro de dor e mobilidade do ombro direito após sessões recentes de fisioterapia, conforme apontam laudos médicos enviados ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar da melhora, os documentos indicam que ainda há comprometimento na parte inferior do pulmão esquerdo.

PUBLICIDADE

De acordo com o cardiologista Brasil Caiado, Bolsonaro vem reagindo positivamente ao tratamento da pneumonia bacteriana. A pressão arterial está sob controle, embora o ex-presidente ainda relate fadiga e cansaço, com discreta melhora. O médico também destacou que houve apenas um episódio de soluço na última semana, sem necessidade de medicação adicional.

Recuperação física avança, mas limitações continuam

O tratamento inclui sessões de fisioterapia três vezes por semana e reabilitação cardiorrespiratória em seis dias da semana. Segundo o especialista, foram incorporados exercícios de fortalecimento das pernas para melhorar o equilíbrio e reduzir riscos de quedas durante a recuperação.

O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas descreveu avanços entre os dias 6 e 9 de abril. Inicialmente, Bolsonaro não conseguiu realizar movimentos com o ombro devido à dor. Dias depois, conseguiu utilizar resistência elástica, relatando melhora na mobilidade. No entanto, uma crise de soluços provocou tensão muscular e dor nas costas, exigindo intervenções como agulhamento, liberação miofascial e laserterapia.

O profissional classificou a resposta ao tratamento como positiva, mas ressaltou que ainda existem limitações funcionais e outras condições clínicas em acompanhamento. Um ortopedista que avaliou o ex-presidente manteve a recomendação de uso de analgésicos no período noturno.

Prisão domiciliar e acompanhamento médico seguem

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por envolvimento em tentativa de golpe de Estado. Após ser internado em 13 de março com broncopneumonia bacteriana bilateral, recebeu autorização para cumprir prisão domiciliar por 90 dias, decisão tomada por Alexandre de Moraes com aval da Procuradoria-Geral da República. Os laudos fazem parte do monitoramento contínuo de seu estado de saúde durante esse período.