Está é a ótima notícia que Jair Bolsonaro recebeu neste domingo (12)

Investigação reaberta pelo Supremo Tribunal Federal teve conclusão divulgada neste domingo (12).

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A atual gestão da Polícia Federal concluiu, pela segunda vez, que não há elementos suficientes para apontar crimes no caso que investigava supostas interferências do então presidente Jair Bolsonaro na corporação. A revisão ocorreu após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia ordenado a reabertura do inquérito.

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O caso teve origem na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, quando o ex-ministro alegou ter sofrido pressões para mudanças em cargos estratégicos da Polícia Federal. À época, levantou-se a hipótese de que tais ações estariam ligadas ao avanço de investigações envolvendo aliados do presidente, incluindo o inquérito das fake news.

Revisão das provas mantém entendimento anterior

Mesmo após nova análise das evidências reunidas, a Polícia Federal reiterou o entendimento já apresentado anteriormente: não há provas que sustentem uma acusação penal contra Bolsonaro. O então procurador-geral da República, Augusto Aras, já havia solicitado o arquivamento do caso com base nessa conclusão inicial.

O relatório também destaca que a Polícia Federal solicitou ao STF o compartilhamento de eventuais provas do inquérito das fake news que indicassem interferência indevida. Segundo o documento, o ministro Alexandre de Moraes respondeu que não havia elementos nesse sentido dentro daquela investigação.

Outros inquéritos podem seguir apuração

A conclusão da PF ainda ressalta que possíveis indícios de interferência identificados em outros procedimentos sob relatoria de Alexandre de Moraes poderão ser analisados diretamente nesses inquéritos, sem relação com este caso específico.