O homem acusado de abrir fogo durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, identificado como Cole Thomas Allen, enviou mensagens a familiares minutos antes do ataque. O caso aconteceu no hotel Washington Hilton, na noite de sábado (25), em Washington, nos Estados Unidos.
Nos textos enviados pouco antes do crime, Cole se descreveu como um “assassino do governo” e fez críticas duras à administração do presidente Donald Trump. O conteúdo das mensagens levou as autoridades locais a reforçar a hipótese de motivação política por trás do atentado.
Mensagens do atirador da Casa Branca mudam o rumo das investigações
As mensagens continham referências indiretas ao presidente e citavam insatisfações com decisões recentes do governo. Entre os pontos mencionados estavam ações militares contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na região do Pacífico oriental, segundo fontes ligadas à apuração.
Investigadores analisam ainda postagens feitas pelo suspeito em redes sociais antes do ataque. Parentes próximos estão sendo ouvidos para tentar esclarecer as circunstâncias do caso e mapear o histórico recente do atirador, incluindo seu comportamento nos últimos meses.
O que a família de Cole Thomas Allen contou aos investigadores
Em depoimento, a irmã do suspeito afirmou que Cole havia comprado legalmente várias armas em uma loja na Califórnia e armazenado o arsenal na casa dos pais, sem o conhecimento deles. Segundo o relato dela, o irmão tinha comportamento instável e tendência a atitudes radicais.

