Morte no palco da Shakira no Rio: obras estão suspensas após óbito de trabalhador de 28 anos

Obras no palco da cantora Shakira no Rio de Janeiro estão suspensas para novas perícias no local.

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A montagem do palco para o show de Shakira no Rio de Janeiro foi interrompida após a morte de um trabalhador, fato que gerou grande repercussão e levantou questionamentos sobre segurança em eventos de grande porte. O caso aconteceu na Praia de Copacabana, um dos principais pontos turísticos da cidade, onde a estrutura estava sendo preparada para receber a apresentação.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que realizará uma nova perícia no local nesta segunda-feira, dia 27, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias do acidente. A vítima, o serralheiro Gabriel de Jesus Firmino, de 28 anos, atuava diretamente na montagem da estrutura quando ocorreu o incidente. Em razão da investigação, a organização optou por suspender temporariamente os trabalhos, priorizando a apuração completa dos fatos.

Paralisação das obras para show da Shakira no Rio de Janeiro

A empresa responsável pela produção, Bonus Track, explicou que a paralisação foi necessária para permitir o trabalho dos peritos e garantir transparência no processo investigativo. Apesar da interrupção, a organização destacou que o cronograma do evento permanece dentro do prazo, indicando que não haverá impacto significativo na montagem do palco ou na realização do show.

As investigações estão sob responsabilidade da 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, que busca identificar possíveis falhas nos protocolos de segurança. As autoridades analisam se houve negligência, imprudência ou imperícia por parte das empresas envolvidas. Dependendo das conclusões, os responsáveis poderão responder por homicídio culposo, além de outras tipificações legais relacionadas a acidentes de trabalho.

Morte de trabalhador no Rio de Janeiro

De acordo com o boletim de ocorrência, o trabalhador ficou preso entre dois elevadores utilizados na estrutura enquanto realizava a instalação de equipamentos. Gabriel, morador de Magé, na Baixada Fluminense, prestava serviços para uma empresa do setor cenográfico. O caso segue em investigação e reforça a necessidade de medidas preventivas mais rigorosas para evitar acidentes em montagens de grande escala.