A investigação sobre o desaparecimento de Stela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes entrou em uma fase ainda mais delicada. A Polícia Civil do Paraná passou a considerar a hipótese de que as jovens possam ter sido mortas após desaparecerem em Maringá, o que aumentou a tensão em torno do caso.
O sumiço completou nove dias na quarta-feira (29), período em que familiares enfrentam angústia crescente diante da ausência de respostas. O boletim de ocorrência foi registrado na quarta-feira (23), quando a falta de contato já era considerada atípica e preocupante, dando início às buscas oficiais.
Caso pode ter tido desfecho trágico
Entre os fatores que levaram à mudança na linha investigativa está o silêncio absoluto das jovens desde a madrugada do dia 21 de abril. Não houve movimentações em redes sociais, ligações ou qualquer tipo de contato, o que, aliado a outros indícios, levantou a possibilidade de um desfecho trágico.
Outro ponto relevante é a ligação com o principal suspeito, Clayton Antônio da Silva Cruz. Ele é apontado como a última pessoa a ter contato com as jovens e, segundo a polícia, utilizava identidade falsa, além de já possuir antecedentes e um mandado de prisão em aberto. Esses elementos reforçaram a gravidade da investigação.
Polícia segue trabalhando
Apesar da hipótese de morte, as autoridades seguem com buscas e diligências na tentativa de localizar as jovens ou obter provas concretas sobre o que aconteceu. O caso permanece aberto, e a polícia reforça que qualquer informação pode ser decisiva para esclarecer o desaparecimento.

