Caso jovens desaparecidas: mães contam por que começaram a desconfiar do sumiço das filhas

Duas jovens estão desaparecidas há 11 dias no Paraná e mães contam detalhes do caso que está repercutindo.

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O desaparecimento das jovens Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, tem mobilizado autoridades e familiares no Paraná. As duas estão desaparecidas há 11 dias, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Paraná. O alerta inicial surgiu dentro de casa, quando as mães perceberam mudanças incomuns no comportamento das filhas, especialmente a ausência de contato e atividade nas redes sociais.

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Segundo relatos, o sumiço começou a gerar preocupação quando as jovens deixaram de responder mensagens e interromperam publicações online, algo fora do padrão habitual. A mãe de Letycia estranhou o silêncio após uma saída que parecia rotineira, já que a filha costumava avisar sobre seus deslocamentos. A suspeita aumentou ao ser informada por uma amiga de que a jovem também havia desaparecido das redes, o que reforçou o sentimento de que algo estava errado.

Desaparecimento de jovens no Paraná

Situação semelhante foi vivida pela mãe de Sttela, que percebeu o desaparecimento ao notar que suas mensagens não eram entregues. Inicialmente, ela acreditou que a filha pudesse estar dormindo ou sem acesso à internet, mas a ausência prolongada de respostas e postagens levantou um alerta maior. A falta de comunicação, considerada incomum, foi determinante para que a família buscasse ajuda.

O principal suspeito do caso é Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos. De acordo com a investigação, ele teria convidado as jovens para uma suposta festa e saiu com elas da cidade de Cianorte em uma caminhonete. A polícia identificou que o homem utilizava identidade falsa e já era procurado por roubo. A Justiça decretou sua prisão temporária, e ele segue foragido.

Investigação em andamento

As autoridades trabalham com diferentes linhas de investigação, incluindo a possibilidade de duplo homicídio, além de sequestro e cárcere privado. O caso foi tratado como prioridade pela Secretaria de Segurança Pública, que mobilizou equipes para intensificar as buscas. Informações anônimas estão sendo analisadas, e a população pode colaborar com denúncias por meio dos canais oficiais, reforçando a importância da participação coletiva na tentativa de localizar as jovens e o suspeito.