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Um documento mantido sob sigilo por sete anos voltou ao centro do caso Epstein nesta quarta-feira (6). A Justiça dos Estados Unidos tornou pública uma suposta carta de suicídio atribuída ao financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e encontrado sem vida em uma cela de Nova York, em 2019. A divulgação aconteceu depois que o jornal The New York Times entrou com um pedido judicial pela liberação do material.
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