Lutador de MMA é atingido por disparos após perseguição em frente a mercado

Atleta de 36 anos foi seguido por dois homens armados antes de ser cercado, e os suspeitos seguem foragidos.

PUBLICIDADE

Um lutador de MMA de 36 anos foi atingido por disparos nesta quarta-feira (6) depois de ser perseguido até a frente de um mercado. O caso aconteceu em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, e mobilizou equipes de polícia e Corpo de Bombeiros logo após o crime. A vítima foi identificada como Rogério, conhecido no meio esportivo pelo apelido de ‘Cachorro Louco’.

PUBLICIDADE

De acordo com as primeiras informações da Polícia Civil, o atleta foi seguido por dois homens até o estabelecimento comercial, no bairro Tessele Júnior. Quando chegaram ao local, os suspeitos efetuaram uma sequência de disparos contra ele e fugiram em seguida. As autoridades começaram imediatamente os trabalhos para identificar e localizar a dupla.

Polícia Civil investiga motivo da morte de Rogério Cachorro Louco

O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro ao lutador, mas apenas constatou o óbito ainda no local. Equipes de perícia trabalharam na cena do crime para reunir indícios sobre o ataque. Até a publicação desta reportagem, os autores dos disparos não haviam sido localizados, e a Polícia Civil mantém diligências em andamento para esclarecer o que motivou o caso.

Rogério era natural de Almeirim, no Pará, e tinha trajetória conhecida fora dos ringues. Em 2020, havia se candidatado a vereador pelo partido Podemos no município, mas não foi eleito. Os investigadores ainda tentam descobrir o que levou o atleta a viajar até o interior mato-grossense, fato considerado importante para entender o contexto do ataque.

Cachorro Louco fez nome no MMA antes da tragédia

Conhecido pelo apelido entre fãs e colegas, o lutador construiu carreira nas Artes Marciais Mistas e era reconhecido no circuito regional. A morte gerou comoção entre amigos e seguidores nas redes sociais, com mensagens de despedida sendo compartilhadas ao longo da quinta-feira (7). A apuração segue sob responsabilidade da Polícia Civil, que tenta reconstituir todos os passos do atleta antes do crime.