Prints revelam que tenente-coronel enviou foto para PM que assediava logo após a morte da esposa: ‘Bom dia’

Mensagens atribuídas ao oficial mostram investidas insistentes contra subordinada antes e depois da morte da PM Gisele.

PUBLICIDADE

Mensagens de celular obtidas pela investigação revelaram que o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, de 53 anos, preso acusado de matar a esposa, também teria assediado sexualmente uma soldado subordinada durante cerca de oito meses em São Paulo. Os prints de WhatsApp mostram conversas enviadas entre junho de 2025 e março de 2026, período em que o oficial teria feito insistentes investidas contra a policial de 32 anos, identificada como Rariane. À época, Neto era casado com a soldado Gisele Alves, morta em fevereiro deste ano após ser baleada no apartamento do casal.

PUBLICIDADE