A família das primas Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, enfrenta mais um drama em meio às buscas pelas jovens desaparecidas no Paraná. Segundo parentes, trotes e falsas informações começaram a surgir desde que o caso ganhou repercussão estadual.
As jovens desapareceram na madrugada do dia 21 de abril após saírem de Cianorte, no Noroeste do estado, acompanhadas do principal suspeito investigado pela Polícia Civil. De acordo com familiares, as ligações falsas aumentam ainda mais o sofrimento de quem tenta encontrar respostas sobre o paradeiro das duas jovens.
Além do impacto emocional, os trotes também dificultam o andamento das investigações, já que denúncias falsas acabam desviando a atenção das equipes policiais. Enquanto isso, a Polícia Civil do Paraná continua ouvindo novas testemunhas e analisando imagens de câmeras de segurança para tentar esclarecer o desaparecimento.
Novas testemunhas são ouvidas pela polícia
Nesta sexta-feira (15), a polícia confirmou que novas pessoas começaram a prestar depoimento sobre o caso. Também foram divulgadas imagens inéditas que mostram Sttela e Letycia dentro de uma boate em Paranavaí na companhia de Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, apontado como principal suspeito. Os registros reforçam a linha investigativa adotada pelos policiais e ajudam a montar os últimos passos das jovens antes do desaparecimento.
Linha do tempo
Segundo a investigação, as primas deixaram Cianorte na noite do dia 20 de abril dizendo que participariam de uma festa na região de Maringá e talvez seguissem até Porto Rico. Elas teriam entrado em uma caminhonete preta conduzida pelo suspeito, que, conforme a polícia, teria usado nome falso para se aproximar das vítimas. A última atividade digital das jovens aconteceu às 3h17 da madrugada de 21 de abril. Depois disso, não houve mais mensagens, ligações ou movimentações nas redes sociais.
