Denúncia aponta onde estariam os corpos de Sttela e Letycia, as primas que desapareceram no PR

Primas desapareceram no dia 21 de abril e polícia continua as buscas pelas duas.

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A investigação sobre o desaparecimento das primas Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, ganhou um novo desdobramento após a Polícia Civil do Paraná receber uma denúncia sobre a possível localização dos corpos das jovens.

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As duas desapareceram na madrugada do dia 21 de abril depois de saírem de Cianorte, no Noroeste do Paraná, acompanhadas do principal suspeito do caso, Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido na região como Cleitinho do Pó. Desde então, familiares vivem dias de angústia enquanto as autoridades realizam buscas em áreas de mata e zonas rurais da região de Paranavaí.

Testemunha teria detalhes do que aconteceu

Segundo informações divulgadas pelo programa Balanço Geral, da Ric Record, uma testemunha teria procurado a polícia e relatado detalhes do suposto crime. Conforme o depoimento, Clayton teria revelado o que aconteceu com as jovens e indicado que os corpos estariam escondidos em uma área de mata. A Polícia Civil ainda não confirmou oficialmente o conteúdo completo da denúncia, mas equipes seguem concentradas em diligências sigilosas para verificar as informações repassadas durante a investigação.

Nos últimos dias, a polícia também intensificou a coleta de depoimentos e a análise de novas imagens de câmeras de segurança. Registros divulgados nesta semana mostram Sttela e Letycia dentro de uma boate de Paranavaí ao lado do suspeito poucas horas antes do desaparecimento. As imagens reforçam a linha de investigação já adotada pela Polícia Civil, que passou a tratar o caso como possível duplo homicídio desde o dia 29 de abril. A Justiça decretou a prisão temporária do suspeito, mas ele continua foragido.

Buscas pelas primas continuam

De acordo com a apuração policial, as primas saíram de Cianorte dizendo que participariam de uma festa na região de Maringá e talvez seguissem até Porto Rico. Elas teriam entrado em uma caminhonete preta conduzida por Clayton, que, segundo os investigadores, teria utilizado um nome falso para se aproximar das vítimas.

A última atividade digital das jovens aconteceu às 3h17 da madrugada de 21 de abril. Depois disso, não houve mais qualquer movimentação nas redes sociais, mensagens ou ligações. As buscas continuam sendo realizadas com apoio de drones, cães farejadores e equipes terrestres.