Morre aos 46 anos o piloto Felipe, que lutou pela vida após ser atingido em ação policial: ‘Guerreiro do início ao fim’

Agente da Polícia Civil estava internado em estado grave devido a um hematoma e complicações infecciosas após atuação em operação.

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O piloto Felipe Monteiro Marques faleceu aos 46 anos, após internação decorrente de um ferimento por arma de fogo na cabeça. O agente atuava como copiloto em uma aeronave da Polícia Civil do Rio de Janeiro quando foi atingido por um projétil de fuzil. Recentemente, ele passou por cirurgia para drenar um hematoma craniano, mas o quadro clínico permaneceu grave.

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O falecimento foi comunicado no perfil do agente no Instagram, gerenciado por sua esposa, Keidna Marques. “Hoje nos despedimos de alguém que deixou sua marca por onde passou. Felipe foi um guerreiro do início ao fim, enfrentando cada desafio com coragem, determinação e fé”, informou a nota. O texto completou: “Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido. Sua força inspirou, seu exemplo ficará e o seu amor permanecerá em nossos corações para sempre. DESDE SEMPRE EM NOSSOS CORAÇÕES. PARA SEMPRE NA NOSSA MEMÓRIA.”


Pronunciamento oficial sobre o piloto Felipe Marques no Rio de Janeiro

A administração estadual fluminense também se manifestou sobre a perda do integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais. “Neste momento de dor, o Governo do Estado presta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros da Polícia Civil, e reconhece a bravura, o compromisso e a entrega do comandante Felipe Marques no exercício da missão de proteger a população fluminense. Sua coragem e seu legado permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado.”, declarou o órgão.

Nos dias anteriores, a saúde do copiloto apresentou piora, exigindo medicações fortes para estabilidade. Keidna Marques atualizou os seguidores sobre o quadro. “A infecção no corpo se agravou e ele está sendo tratado com mais antibióticos”, relatou. Ela mencionou que a equipe médica dedicava todos os esforços, “enquanto ele continuava lutando”, e desabafou: “É um momento muito difícil de lidar. Seguimos em oração”.

Luta pela recuperação do copiloto da Polícia Civil Felipe Monteiro

Antes da piora, havia expectativa positiva quanto aos tratamentos. Um vídeo no perfil do policial mostrava a fisioterapeuta Gerlane explicando que ele reagia “dentro do quadro de gravidade dele”. A profissional relatou que a equipe nutria “uma esperança muito grande porque ele estava lutando para ficar bem”. Durante a internação, que incluiu uma cirurgia no início de maio, familiares mantiveram revezamento no hospital.