Morreu neste domingo (17) o piloto de helicóptero e policial civil Felipe Marques Monteiro, que havia sido baleado durante uma operação da Coordenadoria de Recursos Especiais, a Core, na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 2025. O agente atuava em uma aeronave do Serviço Aeropolicial quando o helicóptero foi atingido por disparos de criminosos armados que atuavam na região. A morte causou forte comoção entre colegas da Polícia Civil e familiares.
Após ser baleado, Felipe foi levado em estado gravíssimo para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. Os médicos constataram que ele havia perdido cerca de 40% do crânio por conta do disparo de fuzil. Desde então, o policial enfrentava uma longa recuperação, passando por diversas cirurgias e tratamentos intensivos. Nos últimos meses, ele chegou a retornar para casa, onde seguia acompanhado pela família e por equipes médicas.
Esposa presta homenagem após morte de Felipe
A esposa do policial, Keidna Marques, usou as redes sociais para prestar uma homenagem emocionante ao marido após a confirmação da morte. “Um guerreiro do início ao fim. Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”, escreveu ela. A publicação rapidamente recebeu mensagens de apoio e solidariedade de amigos, colegas de profissão e internautas.
Notas oficiais do Governo e da Polícia Civil
O Governo do Rio de Janeiro e a Secretaria de Polícia Civil também divulgaram notas lamentando a morte de Felipe Marques Monteiro. As autoridades destacaram a coragem do policial durante o período de recuperação e ressaltaram a mobilização feita por familiares e amigos em busca de sua melhora. “Desde então, ele travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família”, diz um trecho da nota oficial divulgada pelas autoridades estaduais.
A morte do piloto reacendeu o debate sobre os riscos enfrentados diariamente pelas forças de segurança do Rio de Janeiro, especialmente em operações realizadas em comunidades dominadas pelo tráfico. Felipe Marques Monteiro era considerado um profissional experiente dentro da corporação e sua trajetória passou a ser lembrada por colegas como símbolo de dedicação e coragem dentro da Polícia Civil fluminense.
