Instrutor preso pela morte de jovem arremessada de ponte revela o que fez após a tragédia

Instrutor preso afirma ter tentado socorrer vítima após salto sem proteção em ponte.

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Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, que responde por homicídio doloso no caso do falecimento de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, apresentou sua versão dos fatos em depoimento. A jovem perdeu a vida ao praticar rope jump na Ponte do Esqueleto, localizada em Limeira, no interior de São Paulo.

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Além de Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves também permanecem sob custódia. Registros em vídeo evidenciam que os três homens foram responsáveis por levantar e lançar a vítima da estrutura, que possui aproximadamente 40 metros de altura.

Falhas de segurança

Durante a audiência de custódia, o juiz Paulo Henrique Stahlberg Natal decidiu pela manutenção da prisão do trio. O magistrado ressaltou a ausência de normas básicas de segurança na prática da atividade de alto risco e enfatizou que as imagens contidas no processo demonstram claramente que Maria Eduarda foi jogada da ponte sem a utilização de qualquer equipamento de proteção.

O que aconteceu após o salto sem proteção?

Ao prestar esclarecimentos, Egoroff afirmou ter descido em rapel até o local da queda para tentar prestar socorro, relatando que encontrou uma enfermeira realizando manobras de ressuscitação cardiopulmonar e que retornou ao topo da ponte após a chegada da equipe de resgate.

Questionado pela delegada sobre a realização de checagens de segurança, o acusado assegurou que os procedimentos de inspeção e fiscalização foram adotados nos saltos anteriores, justificando que a falha ocorrida no caso de Maria Eduarda permanece incompreensível para o grupo.