Vinícius Júnior ganha nova liberdade em campo após mudança tática de Ancelotti; veja tudo

Ancelotti avalia opções para substituir Paquetá e destaca atuação decisiva de Martinelli.

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Com o triunfo do Brasil sobre o Japão por 2 a 1, a equipe perdeu Lucas Paquetá para o confronto das oitavas de final da Copa do Mundo, diante da Noruega. O jogador precisou ser substituído na fase anterior (16-avos) após sentir dores na coxa, forçando o técnico Carlo Ancelotti a buscar novas alternativas táticas para a partida deste domingo, às 17h.

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Durante o duelo passado, a saída de Paquetá abriu espaço para a entrada de Endrick. No entanto, a recomposição em campo foi feita por Matheus Cunha, que passou a auxiliar na marcação pelo lado esquerdo e a se movimentar mais centralizado durante as ações ofensivas.

Martinelli decide após improvisação decisiva

Posteriormente, Cunha deu lugar a Gabriel Martinelli. Atacante de beirada por natureza, o jogador do Arsenal acabou sendo improvisado por Ancelotti na função de segundo volante e teve um papel fundamental no jogo, garantindo a vitória ao marcar o gol de desempate já aos 51 minutos.

O que Ancelotti disse sobre Martinelli?

O treinador destacou que, por vezes, um atleta impressiona justamente ao ser escalado fora de sua função habitual, e revelou não temer utilizá-lo como um meio-campista ofensivo em ocasiões específicas, confiando na inteligência e na postura do jogador para exercer essa tarefa com eficiência.

Ancelotti ainda elogiou a intensidade demonstrada por Martinelli, ressaltando que, além de ter sido decisivo ao balançar as redes, sua movimentação em campo foi fundamental para liberar Vinícius Júnior pelos lados, tornando-o uma ameaça mais constante aos adversários.