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A morte de Bernardo, de 11 anos, após sofrer uma pancada na cabeça durante uma atividade em uma escola municipal de Bertioga, no litoral de São Paulo, reacendeu o debate sobre os riscos de traumas cranianos em crianças. O menino foi atingido por uma bola, voltou para a sala de aula e, pouco tempo depois, passou mal e caiu novamente, batendo a cabeça.
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