Salário em risco? Boto joga a real se jogadores do Flamengo vão ficar sem receber após crise das bets

Dirigente rubro-negro admite necessidade de vender atletas sem buscar reposições após paralisação de patrocínios do setor de apostas.

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A promulgação da Medida Provisória nº 1.394/2026 pelo Governo Federal, que determinou a interrupção das atividades das casas de apostas em território nacional, causou impacto direto no planejamento financeiro do Flamengo. Diante do novo cenário econômico, o diretor de futebol do clube, José Boto, detalhou que a alta cúpula rubro-negra já trabalha na formulação de alternativas operacionais para compensar a perda repentina de arrecadação.

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O encerramento das operações do segmento atingiu diretamente cotas orçamentárias relevantes, incluindo o contrato com a Betano. Diante da interrupção dos repasses previstos contratualmente, a diretoria passou a realizar encontros diários de alinhamento com a presidência para reavaliar as projeções financeiras da temporada.

Perda da receita

Explicando o momento vivenciado pelo departamento de futebol, José Boto destacou a busca por soluções organizacionais ao afirmar: “De repente, ficamos sem esse dinheiro. Estamos trabalhando nisso”.

Apesar do desfalque na receita orçamentária, a diretoria estabeleceu como prioridade máxima o cumprimento integral da folha de pagamentos dos atletas e colaboradores do clube. A gestão rubro-negra assegura que os reajustes necessários serão aplicados em outras frentes de investimentos e que os salários permanecerão em dia.

Salário dos jogadores

Reforçando o compromisso com os profissionais do clube e indicando que os ajustes recairão sobre negociações externas, o dirigente declarou expressamente: “O que eu queria dizer é que mesmo no pior cenário nunca estará em risco os salários dos jogadores e dos funcionários. Isso nunca vai estar em pauta”.