Avião com Gabriel Diniz tinha 45 anos de uso e proibição que poderia evitar tragédia

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Nesta segunda-feira, 27 de maio, a morte do cantor Gabriel Diniz chocou todo o país. O artista faleceu em virtude da queda de uma pequena aeronave, do modelo Piper Cherokee PT-KLO, Além do sertanejo, que ficou famoso em todo o Brasil graças à música Jennifer, outras duas pessoas faleceram. O avião que levava Gabriel Diniz, no entanto, não poderia fazer frete aéreo, conforme mostra uma matéria do G1. 

A atividade permitida para a aeronave era apenas para a fase de treinamento. Os pilotos, quando estão tirando a carteira de aviação, são obrigados a fazerem horas de voo, a fim de terem experiência. O piloto que levava o cantor ainda estaria cumprindo essas horas. Ele seria amigo do músico. 

A modalidade de cobrar por voar, sem ter autorização é conhecida no Brasil como “táxi aéreo clandestino”. A aeronave havia deixado Salvador e sobrevoava um povoado em Estância, no estado de Sergipe, quando se acidentou.  Apesar de só poder fazer voos de treinamento, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião estava em situação regular.

Ou seja, ele estava com toda a documentação, vistoria e manutenção em dia.  A Anac confirma que também vai fazer a investigação desse triste acidente. Não há prazo para as investigações terminarem.

A aeronave foi fabricada em 1974 e, portanto, tem 45 anos de idade. Ela pertencia ao chamado Aeroclube de Alagoas. Inicialmente, a viagem contava com 4 pessoas, mas um assessor, que não teve o nome identificado, preferiu desembarcar em uma das escalas da aeronave, que foi feita na Bahia.