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Um estudante de Rio Verde, sudoeste de Goiás, acusa a direção de sua escola por tratamento preconceituoso pelo fato de ser um menino transexual. Ele tem 14 anos, e sem querer se identificar, disse que foi proibido de usar os sanitários, tanto masculino quanto feminino. Diante da situação, a coordenadora do colégio teria indicado que ele só poderia usar o sanitário reservado para os cadeirantes.
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