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Quem acompanhou de perto as redes sociais em 2017 lembra o burburinho que o sumiço de Bruno de Melo Silva Borges, conhecido agora como ‘Menino do Acre’, causou. Todo mundo ficou intrigado com o desaparecimento, sem pistas, do jovem estudante de psicologia que deixou mensagens criptografadas por todo o quarto – chão, paredes e teto – e uma imagem em tamanho real do filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600).
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