Morte do menino Miguel pode ser estopim de revolução história no Brasil

O menino Miguel pode ser o estopim de uma revolução pacífica e silenciosa em meio à mudanças sobre racismo.

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Os Estados Unidos estão sofrendo com manifestações contra o racismo há mais de dez dias. Elas começaram após a morte de George Floyd, covardemente assassinado por um policial branco. Os protestos de lá podem vir para cá, mas de outro modo. É o que analisa uma coluna do portal de notícias R7 deste sábado, 6 de junho, falando sobre a morte do menino Miguel. 

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