Tratamento VIP: como patroa do caso Miguel é tratada pela polícia vem à tona e causa revolta

Polícia chegou a abrir delegacia duas horas mais cedo para evitar hostilização contra Sarí.

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“Ela está com medo do quê, que não pode esperar a delegacia abrir, como todos os outros esperam?”: foi assim que a mãe do menino Miguel, a empregada doméstica Mirtes, reportou-se sobre sua agora ex-patroa, Sarí Corte Real. Mirtes, que perdeu o filho único de apenas cinco anos de idade, fez questão de ir até à delegacia do grande Recife, em Pernambuco. Tudo para ficar cara a cara com a mulher que tem sido acusada de ser responsável pela morte do garoto. 

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