Linfoma não Hodgkin: sintomas, tratamento e quais as chances de cura do câncer que acometeu Jorge Aragão

O tipo de câncer do cantor é comum em pessoas mais velhas, mas pode atingir qualquer faixa etária.

PUBLICIDADE

Os fãs do cantor Jorge Aragão receberam uma triste notícia sobre o artista nos últimos dias. O compositor infelizmente foi diagnosticado com um câncer. Os médicos descobriram que ele está com um linfoma não Hodgkin. Os assessores de imprensa do famoso fizeram o comunicado oficial informando os fãs sobre a situação.

De acordo com a nota emitida pela assessoria de imprensa de Jorge Aragão, o cantor estava sob os cuidados da médica hematologista Caroline Rebello. Outros artistas famosos já enfrentaram a mesma doença que o sambista. Entre eles estão os atores brasileiros Reynaldo Gianecchini e Edson Celulari. A ex-presidente Dilma Rousseff e a autora de novelas Glória Perez também saíram vitoriosas na luta contra a enfermidade.

Linfoma não Hodgkin: o que é a doença do cantor Jorge Aragão?

Segundo informação do INCA – Instituto Nacional do Câncer, o linfoma não Hodgkin é um tipo de tumor maligno que se origina nas células do sistema linfático se espalhando de forma desordenada no organismo. Há mais de 20 tipos diferentes de linfomas não Hodgkin. O sistema linfático faz parte do sistema imune que auxilia o corpo no combate a doenças.

O tecido linfático é encontrado no corpo inteiro podendo o linfoma iniciar em qualquer região. Isso acaba dificultando o diagnóstico da doença. Vale frisar que a condição pode acometer adolescentes, crianças e adultos. No entanto, esse tipo de tumor é mais comum em pessoas mais velhas.

Sintomas e tratamento

Um dos sintomas principais da condição é o aumento dos gânglios linfáticos. A manifestação se dá com o aparecimento de caroços em regiões da axila, pescoço e virilha. Além disso, o paciente pode apresentar tosse, febre, suor noturno, coceira na pele e perda de peso.

As opções de tratamento contra esse tipo de tumor maligno são a radioterapia, imunoterapia e quimioterapia. Outra opção é o transplante de medula óssea. De acordo com a informação da Abrale – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, as chances de cura estão em média entre 60% a 70%.