×
Logo SimpleAds

Crueldade: sobrinha mata tio jogando óleo quente no ouvido dele enquanto dormia e motivação é exposta

A menor foi capturada pelas autoridades e pode ficar sob custódia por até 3 anos.

PUBLICIDADE

Uma jovem de 16 anos foi apreendida em Uruaçu, município localizado no norte goiano, suspeita de cometer um ato brutal contra seu próprio tio de 43 anos. Segundo investigações da Polícia Civil, a adolescente derramou óleo fervente no ouvido da vítima enquanto dormia, causando queimaduras graves que resultaram em sua morte dias após o ataque.

O crime ocorreu em 19 de março deste ano na residência da família. De acordo com as autoridades, a adolescente aqueceu aproximadamente um litro de óleo até o ponto de fervura e, aproveitando o momento em que seu tio estava dormindo, despejou o líquido diretamente em seu ouvido. A jovem convivia diariamente com a vítima, pois morava na mesma casa com sua mãe e avó.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Adolescente mata tio com óleo quente, diz polícia

A brutalidade do ataque fez com que a vítima precisasse atendimento médico imediato. O homem foi inicialmente socorrido no Hospital Estadual Centro Norte Goiano, mas devido à gravidade das queimaduras, precisou ser transferido para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira, em Goiânia, onde faleceu na sexta-feira, dia 28 de março, nove dias após o ataque.

Os detalhes do crime e motivação

Conforme revelado pelo delegado Domênico Christus Doehler Rocha, responsável pela investigação do caso, o crime teria sido motivado por constantes desentendimentos entre a adolescente e seu tio. “Ele não concordou com companhias de pessoas, a seu juízo, de má índole”, explicou o delegado sobre a possível motivação do crime.

A Polícia Civil realizou a apreensão da menor no sábado seguinte à morte da vítima. Durante a operação, o investigador também encontrou o telefone celular da adolescente e de uma terceira pessoa que pode estar envolvida no crime.

A justiça determinou a internação da adolescente, que poderá cumprir medida socioeducativa por até três anos. O ato infracional foi classificado como análogo ao crime de homicídio triplamente avançado, agravado pela futilidade do motivo, pelo meio insidioso e cruel, e pelo recurso que impossibilitou a defesa da vítima durante o ataque.

Importante: Este site faz uso de cookies que podem conter informações de rastreamento sobre os visitantes.

publicidade