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Casos recentes de pessoas que foram dadas como mortas e surpreenderam ao “voltar à vida” têm chamado a atenção da comunidade médica e do público em geral. Esses episódios, embora raros, geram preocupação sobre falhas nos protocolos hospitalares e trazem à tona debates sobre os limites da medicina na detecção precisa da morte clínica.
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