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Jair Bolsonaro está internado. Mais uma vez. Estado grave. UTI. Jejum absoluto. Alimentação por via intravenosa. Cirurgia de 12 horas. Recuperação lenta e difícil. Mas tudo do bom e do melhor: hospital de ponta, médicos renomados, vigilância contínua, fisioterapia especializada. E, principalmente, silêncio — o mesmo silêncio que ele nunca ofereceu a um país em luto.
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