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Nilde Soares tinha 30 anos, um cargo promissor em uma multinacional e uma rotina aparentemente estável quando começou a notar sinais estranhos em seu corpo: o olho piscava sozinho e a boca se contraía sem que ela conseguisse controlar. No início, os tiques eram discretos, mas com o tempo os movimentos se intensificaram, fazendo com que seu pescoço parecesse “quicar” e dificultando até sustentar o olhar.
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