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A investigação sobre a morte do empresário Adalberto Amarílio Júnior ganhou um novo avanço com o uso de uma tecnologia israelense pela Polícia Civil de SP. O equipamento, chamado Cellebrite, está sendo utilizado para extrair dados de 15 celulares e três computadores que podem ajudar a identificar os responsáveis pelo assassinato ocorrido no Autódromo de Interlagos.
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