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A frentista que denunciou a exigência de legging e cropped como uniforme procurou o sindicato em busca de orientação. Segundo o advogado Sérgio da Silva Pessoa, ela chegou em estado de desespero. O representante informou que a trabalhadora primeiro relatou falhas no recolhimento do FGTS e, depois, a pressão sofrida para aderir ao novo fardamento.
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